Os bancos privados respondem a decisão do BB e da Caixa de baixar juros sobre empréstimos

Após a diminuição dos juros sobre os empréstimos aos consumidores decidido pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, os Bancos privados apresentam ao Governo Federal, mais precisamente para o presidente do Ministério da Fazenda Murilo Portugal, um conjunto de propostas com o objetivo de reduzir o custo do crédito no País.

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Eleva-se o número de famílias com dívidas no Brasil

Se elevou o número de famílias endividadas no Brasil entre os meses de julho e agosto, de acordo com uma pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio) que mostra a situação do “Endividamento e da Inadimplência do Consumidor”, um aumento que fez subir o número de famílias brasileiras com dividas a quase o 60%, o maior este ano de 2012, além de ser a terceira alta consecutiva registrada pela pesquisa. 21,3% dos entrevistados declararam estar com dívidas em atraso, um leve aumento se comparado ao mês anterior que foi de 21%.

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Em fevereiro 2011 o financiamento de auto superou o crédito pessoal

O financiamento de automóveis ultrapassa o empréstimo pessoal no ranking da dívida brasileira em fevereiro de 2011, após um aumento de 0,9 pontos percentuais, tendo o terceiro lugar na classificação.

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Banco Central eleva Selic para 9,50% ao ano

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, seguiu à risca o roteiro que ele traçou e fez questão de divulgar. Construiu a unanimidade entre os diretores da instituição e, como antecipou ao presidente Lula, deu a esperada “paulada” nos juros para retomar o controle da inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica da economia (Selic) em 0,75 ponto percentual, de 8,75% para 9,50% ao ano, e indicou que está preparado para um arrocho maior nos próximos meses, até que os índices de preços voltem para o centro da meta, de 4,5%, definido pelo governo. Essa foi a primeira elevação dos juros em 19 meses e o início do quarto ciclo de aperto monetário da era Lula. As apostas são de que a taxa feche o ano entre 11,75% e 13%.

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O golpe do crédito fácil: cuidado com falsas financeiras

Neste artigo, o Advogado Thiago Galerani, especialista em Direito Eletrônico, fala sobre os cuidados para que o consumidor não se torne mais uma vítima do “Golpe do Crédito Fácil”.

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